Tuesday, March 17, 2009

Comfort Zone

Engrandece-me.
Num estado, fermente, fervente.
Nas corridas,essas, pintadas em aguarelas.
Usa quem abusa de ti. De cor estridente.
Objectos sublimes, substituídos nas passagens directas, aquelas.
Por esse camaleão tão pouco esvoaçante mas de vontade galopante.

Friday, March 13, 2009

Em mim descobri o abraço que ferozmente procurava encontrar. Aquela ideia de conforto que apenas achamos encontrar em outro alguém mas que a cada par de anos sabemos clarificar e simplificar.
Se algum dia precisei de ouvir aquele mesmo ruído de sempre, de ler, mais e mais, aquelas palavras e directamente desenhar as suas semelhantes, foi para prosperar.
O prisma de tantos temas, dos mesmo temas, de assuntos idênticos, dos que realmente acontecem, de barba rija e peito pouco feito, não são merecedores do socorro a que se apela. Quem disse que as perguntas feitas nas linhas usuais, equivalem às respostas de sempre? Ser igual em valor não é traduzir a sua utilidade. É um sentido particular expresso em diferentes sons vocálicos.

Tratei os dias e já não me trato em verso.

Friday, January 30, 2009

I hear the ticking of clocks

Vale nunca dar mais de nós a alguém do que damos a nós mesmos.

Wednesday, January 14, 2009

(Absoluta)


Os dias esperam um dia. Até lá, sou preenchida pela frescura e delicadeza das suas cores.

Tuesday, November 11, 2008

Nietzsche:
E se um dia ou uma noite um demônio se esgueirasse em tua mais solitária solidão e te dissesse: "Esta vida, assim como tu vives agora e como a viveste, terás de vivê-la ainda uma vez e ainda inúmeras vezes: e não haverá nela nada de novo, cada dor e cada prazer e cada pensamento e suspiro e tudo o que há de indivisivelmente pequeno e de grande em tua vida há de te retornar, e tudo na mesma ordem e sequência - e do mesmo modo esta aranha e este luar entre as árvores, e do mesmo modo este instante e eu próprio. A eterna ampulheta da existência será sempre virada outra vez - e tu com ela, poeirinha da poeira!". Não te lançarias ao chão e rangerias os dentes e amaldiçoarias o demônio que te falasses assim? Ou viveste alguma vez um instante descomunal, em que lhe responderías: "Tu és um deus e nunca ouvi nada mais divino!" Se esse pensamento adquirisse poder sobre ti, assim como tu és, ele te transformaria e talvez te triturasse: a pergunta diante de tudo e de cada coisa: "Quero isto ainda uma vez e inúmeras vezes?" pesaria como o mais pesado dos pesos sobre o teu agir! Ou, então, como terias de ficar de bem contigo e mesmo com a vida, para não desejar nada mais do que essa última, eterna confirmação e chancela?"»

Wednesday, October 15, 2008

UpcDownCLeftCRightCABC+Start
(W rking)
o

Thursday, September 11, 2008

Marco Breuer















Digo: elemento número 79

Monday, August 25, 2008

Sei lá

Espaços para corpos sólidos, feitos de uma directriz sem variantes. De sentidos combinados nas superfícies organizadas mas abreviados antes das tendências para o fim.

Talvez isto.
Talvez elementos dispersos.

Hello darkness my old friend
Hello darkness my old friend
Hello darkness my old friend
Hello darkness my old friend
Hello darkness my old friend

Saturday, August 23, 2008

Thursday, August 07, 2008

Na balança, o peso da dúvida sobre a realidade de um facto, leva-nos
The question of what happens when words pile on so thick
that they become too
dense to read.
a hesitar perante a verdade de uma dimensão de significados semânticos.

Sunday, August 03, 2008

Bird :
Lady?

Lady :
Yes Bird

Bird :
It's cold

Lady :
I know

Lady :
Bird...I cannot see a thing

Bird :
It's all in your mind

Saturday, August 02, 2008

As intenções foram feitas de voos rasos, de impulsos rápidos.
As histórias são verdadeiras e cruas, vistas agora de pano erguido.
Se as escrever, todas ou algumas, as que pairam comigo ,chamar-lhe-eis de: Small words in a postcard.

Friday, August 01, 2008

Sobre o nada sei que também é uma causa, uma razão, uma importância tão grandiosa como só alguns a percebem.

Wednesday, July 30, 2008

O conteúdo não deve estar simplesmente submetido ao que nos desperta, ao que nos cativa o olhar e nos afia os sentidos. São para serem lidos e interpretados. Devem estar sujeitos a critérios.
Quase certa, acho que o que nos cativa é também o que nos devasta, gasta e nos torna transparentes.
O vazio é transparente, mas tem cheiro.

Sunday, July 20, 2008

sem som

É o tempo quente que vos ocupa as horas e vos distrai de tudo o que considero mais importante.

Tuesday, July 15, 2008

In slow motion
A clock is ticking

Thursday, July 10, 2008

nas veias e artérias

Sunday, June 29, 2008

Permito-me
o mais
belo
dos
movimentos,
o fechar
dos olhos
e
sonhar.


(Penso que talvez se assuma o risco de efectuar pequenos erros de forma a facilitar a compreensão.)


 
Nunca deixamos de sentir aquilo que não dizemos.