Thursday, February 11, 2010

RED DER RED OH RED

Wednesday, January 06, 2010

Dez de dois mil e dez
na tez de dez mil humanos
entre a luz de viés em viés
encontrando cada um:
Um de primeiro;
Um de único;
Um de pelo menos um;
Um de serei e de não serei.

Thursday, December 24, 2009

É o ar fresco que me abraça numa carícia, e todas estas mãos que são de veludo, em todos os dias. Rumo com o sentimento, no verso e averso, no plim e prelim pim pim. Em todas as coisas que desejo na minha cabeça, as cadeiras junto ao rio, no riso da alegria.
Trazeis-me a felicidade. Dais-me o calor. Sois o verde, o azul. Tenho o vermelho a meu lado, que numa seda o trago, guardo, cuido e deixo respirar.

Monday, November 09, 2009

i
/
e


isto é: Derramar luz, generosamente nas mãos que tocam a pele dourada, no mais longo dos movimentos que é o absorver do olhar.

Friday, October 02, 2009

Vendi o meu nó, a minha pedra pesada.
Vendi uma casa de risco por um cavalo vermelho.

A História vai encaixar, na cor da época e vamos filmá-la como histórica.

Saturday, September 12, 2009

O tom que há dentro

Voar nesse sonho
e deslizar entre o linho
em cada fio do dia que vou sentindo
indo e vindo.
Nas asas que acalmam e acalentam,
nas palmas que protegem e serenam.
E nas pontas de sonhos envolvo-te nos tons e no olor.
És frescura em cada calor.

Respirar. ar.

Tuesday, August 25, 2009

O mar azul.

Tuesday, April 28, 2009

A muita distância no tempo, os lineamentos de mim esbateram-se.
Ficareis a saber que o graduar das sombras para dar o relevo espalharam-se de tal forma que não mais fora possível aproxima-las. Separadas entre si, as sombras, foram formando o preto, como uma noite.
Mas e se, se as perspectivas de tudo são tantas que nos permitem ter afeições do que não se tinha até então e a forma contraria também.
Uma leve noção, é uma sombra ou uma sombra é um leve defeito?

Friday, April 10, 2009

Insistem em cruzar-se com a minha vida. Estremeço, penso e repenso. Corro quanto posso.

Tuesday, March 17, 2009

Comfort Zone

Engrandece-me.
Num estado, fermente, fervente.
Nas corridas,essas, pintadas em aguarelas.
Usa quem abusa de ti. De cor estridente.
Objectos sublimes, substituídos nas passagens directas, aquelas.
Por esse camaleão tão pouco esvoaçante mas de vontade galopante.

Friday, March 13, 2009

Em mim descobri o abraço que ferozmente procurava encontrar. Aquela ideia de conforto que apenas achamos encontrar em outro alguém mas que a cada par de anos sabemos clarificar e simplificar.
Se algum dia precisei de ouvir aquele mesmo ruído de sempre, de ler, mais e mais, aquelas palavras e directamente desenhar as suas semelhantes, foi para prosperar.
O prisma de tantos temas, dos mesmo temas, de assuntos idênticos, dos que realmente acontecem, de barba rija e peito pouco feito, não são merecedores do socorro a que se apela. Quem disse que as perguntas feitas nas linhas usuais, equivalem às respostas de sempre? Ser igual em valor não é traduzir a sua utilidade. É um sentido particular expresso em diferentes sons vocálicos.

Tratei os dias e já não me trato em verso.

Friday, January 30, 2009

I hear the ticking of clocks

Vale nunca dar mais de nós a alguém do que damos a nós mesmos.

Wednesday, January 14, 2009

(Absoluta)


Os dias esperam um dia. Até lá, sou preenchida pela frescura e delicadeza das suas cores.

Tuesday, November 11, 2008

Nietzsche:
E se um dia ou uma noite um demônio se esgueirasse em tua mais solitária solidão e te dissesse: "Esta vida, assim como tu vives agora e como a viveste, terás de vivê-la ainda uma vez e ainda inúmeras vezes: e não haverá nela nada de novo, cada dor e cada prazer e cada pensamento e suspiro e tudo o que há de indivisivelmente pequeno e de grande em tua vida há de te retornar, e tudo na mesma ordem e sequência - e do mesmo modo esta aranha e este luar entre as árvores, e do mesmo modo este instante e eu próprio. A eterna ampulheta da existência será sempre virada outra vez - e tu com ela, poeirinha da poeira!". Não te lançarias ao chão e rangerias os dentes e amaldiçoarias o demônio que te falasses assim? Ou viveste alguma vez um instante descomunal, em que lhe responderías: "Tu és um deus e nunca ouvi nada mais divino!" Se esse pensamento adquirisse poder sobre ti, assim como tu és, ele te transformaria e talvez te triturasse: a pergunta diante de tudo e de cada coisa: "Quero isto ainda uma vez e inúmeras vezes?" pesaria como o mais pesado dos pesos sobre o teu agir! Ou, então, como terias de ficar de bem contigo e mesmo com a vida, para não desejar nada mais do que essa última, eterna confirmação e chancela?"»

Wednesday, October 15, 2008

UpcDownCLeftCRightCABC+Start
(W rking)
o

Thursday, September 11, 2008

Marco Breuer















Digo: elemento número 79

Monday, August 25, 2008

Sei lá

Espaços para corpos sólidos, feitos de uma directriz sem variantes. De sentidos combinados nas superfícies organizadas mas abreviados antes das tendências para o fim.

Talvez isto.
Talvez elementos dispersos.

Hello darkness my old friend
Hello darkness my old friend
Hello darkness my old friend
Hello darkness my old friend
Hello darkness my old friend

Saturday, August 23, 2008

Thursday, August 07, 2008

Na balança, o peso da dúvida sobre a realidade de um facto, leva-nos
The question of what happens when words pile on so thick
that they become too
dense to read.
a hesitar perante a verdade de uma dimensão de significados semânticos.

Sunday, August 03, 2008

Bird :
Lady?

Lady :
Yes Bird

Bird :
It's cold

Lady :
I know

Lady :
Bird...I cannot see a thing

Bird :
It's all in your mind

Saturday, August 02, 2008

As intenções foram feitas de voos rasos, de impulsos rápidos.
As histórias são verdadeiras e cruas, vistas agora de pano erguido.
Se as escrever, todas ou algumas, as que pairam comigo ,chamar-lhe-eis de: Small words in a postcard.

Friday, August 01, 2008

Sobre o nada sei que também é uma causa, uma razão, uma importância tão grandiosa como só alguns a percebem.

Wednesday, July 30, 2008

O conteúdo não deve estar simplesmente submetido ao que nos desperta, ao que nos cativa o olhar e nos afia os sentidos. São para serem lidos e interpretados. Devem estar sujeitos a critérios.
Quase certa, acho que o que nos cativa é também o que nos devasta, gasta e nos torna transparentes.
O vazio é transparente, mas tem cheiro.

Sunday, July 20, 2008

sem som

É o tempo quente que vos ocupa as horas e vos distrai de tudo o que considero mais importante.

Tuesday, July 15, 2008

In slow motion
A clock is ticking

Thursday, July 10, 2008

nas veias e artérias

Sunday, June 29, 2008

Permito-me
o mais
belo
dos
movimentos,
o fechar
dos olhos
e
sonhar.


(Penso que talvez se assuma o risco de efectuar pequenos erros de forma a facilitar a compreensão.)


Sunday, June 22, 2008

Apesar de todos os fenómenos que nos fazem questionar, duvidar, sobretudo ponderar, encara-se com a informalidade com que nos é possível, os dias que vão caminhando ao nosso lado, de mão dada connosco. Entre eles tenta-se compreender o aroma a madeira de sândalo, amber e magnólia...

...Dizia-se que Portugal era um jardim à beira-mar plantado e toda a gente se convenceu disso. Mas o jardim foi-se estragando, os interesses foram ocupando território, surgiu a incompreensão...

Wednesday, June 18, 2008

Fiona Banner

at least one of the shaded criteria

Monday, June 16, 2008

Um número singular não me parece fazer todo o sentido senão apenas na navegação dos significados quase que imperceptíveis, porque saber que a amplitude de uma vontade também se mede, na leveza dos segundos e numa métrica reinventada, por certo, e é um sabor amargo que ainda me comove. Provavelmente uma defesa que se constrói com o tempo e que se aprende a saborear.

Sunday, June 15, 2008

Numa base regular, suponho a eventualidade de um imprevisto.

...you open your eyes and slowly stand. your head is spinning slightly.
you are in the centre of a tinder-dry clearing within a forest. your clothes are covered with flakes of bark.
Non-specific ambient forest noises seem to be coming from your left, but when you look in that direction, the sounds stay in your left ear.

Tuesday, June 03, 2008

Os sintomas que se traduzem em gestos gráficos.

Friday, May 30, 2008

Hipotética harmonia

Thursday, May 29, 2008

Imagino oito. Seríamos oito que no final de um dia, à beira rio se encontrariam pelo prazer de repousar num ambiente e imagem serena. As conversas e os temas perder-se-iam nos risos de tons soltos. As tantas árvores que nos cercariam, deixariam ouvir o vento sossegado.

- Percorreste o mundo para aprender que és feita de nada, que só a viagem valeu a pena. E é tudo, não pode ser mais nem melhor. Ninguém consegue construir uma ponte sozinho, nem carregar um piano, nem mudar uma casa, por isso ficar quieta quando aquilo que mais queres e desejas não depende só de ti. Só assim virá a tranquilidade, a harmonia dos dias sossegados e das noites de sono profundo.

Friday, May 23, 2008

Paisagens de som, anjos perdidos que esvoaçam sem rumo.
Imagens abstractas de cores frenéticas. A maioria dos
Imagens esboços não cobrem mais do que
na os detalhes mais triviais sobre
nossa o assunto. O que não significa que
cabeça não deva existir
.,

Faz-nos mas sim
viajar que deva ser expandido
,.
calmos
e
serenos.
God Is an AstronautFragile

Thursday, May 22, 2008

Num duplo sentido de uma significação, há significados intervalados, isolados aos sons interiores. Porém duplamente equivalentes também.

Wednesday, May 14, 2008

Monday, May 12, 2008

P
o
r
ç
ã
o

d
e
espaço
É razoável pensar num só fragmento, por exemplo, do silêncio.




Sunday, May 04, 2008


It's unknown whether the smaller star will survive much longer.

Wednesday, April 30, 2008

A afirmação abaixo é verdadeira.
A afirmação acima é falsa.

As certezas que vamos tendo ao longo da vida, as mesmas que fazem parte de um conjunto que afirmamos serem princípios, sem ao certo lhes conhecermos as origens, são as mesmas que rapidamente podem passar a ser pontos questionáveis dos outros espelhados em nós. Assim, basicamente, importa levar uma vida longe do que os outros esperam. A verdade é que também podemos passar uma vida enganados, envolvidos de grandes falácias dentro de um sistema imperfeito e longe do que consideramos essencial do que se faz e do que se sente. Tenho para mim que a vida não são apenas os dias que nos constroem, mas que são regidos pelos sinais gráficos que nos fazem pensar em tudo, tudo o que nos define e possivelmente ainda nos surpreende.
Na verticalidade das regras, quando se procura encontrar um caminho, aquele nos leva até nós, talvez seja importante ser-se importante para alguém, mas quando para o ser, que não se julgue uma luta desigual entre o que se vale e o que se quer valer, na verdadeira vontade.

Wednesday, April 23, 2008

A massa do pão que se va|i| cozer

Escrevem-se as interrogações quando se acaba a qualidade pela qual as coisas se apresentam tais como são. Se uma coisa é certa, é a minha consistência nestes pensamentos que me asseguram a lógica perante essa Vossa estúpida incoerência. Não o apresentando como um principio exacto mas idêntico a mim. Como tal e por essa ordem não se assume perfeito, rigoroso ou conciso mas cumpridor.

Tuesday, April 22, 2008


a.r

c.e
a.v
b.e
a.s
m.t
e.i
n.m
t.e
o.n
...t
m.o
a.
d.L
e.y
i.c
r.r
a.a




Quais são os critérios que definem algo/alguém como "pessoa"?
Sinónimo de Ser humano racional é suficiente?

Sunday, April 20, 2008

Sem aviso, num espreguiçar muito lento acordo e fico nas meias horas mornas de tardes frias mas serenas onde o tempo parece não marcar presença. Não tenho procurado senão o equilíbrio em mim, longe, a grande distância, daquelas pressas absurdas e ilógicas. Contudo, o tempo passa com a mesma velocidade mas não com a mesma intensidade.

O tempo passa na mesma velocidade

Dilatação do tempo é o fenómeno pelo qual um observador percebe que o relógio de um outro observador, que é fisicamente idêntico ao seu próprio relógio, "anda" mais devagar do que seu próprio relógio. A percepção do primeiro observador é de que o tempo "anda mais devagar" para o segundo observador, mas isso é somente verdade no contexto do referencial do observador. Localmente (i.e., da perspectiva de qualquer outro observador do mesmo referencial, sem referência a outro referencial), o tempo passa na mesma velocidade.(...)

Monday, April 14, 2008

Rudy Burckhardt


' I started
with
details.



The tremendous
difference in
scale between
the soaring
buildings and
people moving
against them
in the street
astonished me.

(...) '



Wednesday, April 09, 2008

Sinto falta de um abraço e de uma criança a percorrer a casa...
Uns em detrimento de outros; Outros em função de alguns.

Tuesday, April 08, 2008

Resumindo:

:Ao que pode parecer quatro, sete ou mil vezes mais é apenas uma, uma razão. Distinguir o ilusório do verdadeiro.

Nas palavras vertidas, escritas, cravadas e tantas mais pintadas, existindo grande diferença entre todas estas formas, entendam sempre de forma pessoal. São metáforas. São fortes metáforas, fracas também. Não faço com que tenha sentido. Faço com que não tenha.
Talvez para quem lê, apenas consiga interpretar como se de areia se tratasse. Penso eu, mais, julgo eu. E assim nessas mãos pouco reste.
Sim, é. É uma explicação nada perceptível para uma vontade. acabada de esmorecer num lugar invisível

(e)



De sentido independente!

Thursday, April 03, 2008

Daqui vê-se uma linha espessa. Uns tantos passos para a direita outros tantos para a esquerda... É apenas uma linha espessa. Meia volta e é meio dia. É preciso outra metade e uma mão cheia de vontade.
Nada mais, nada menos como Palma diz: tenho ouvidos soltos e lábios de silêncio...

Sunday, March 30, 2008

Se fechar os olhos consigo vislumbrar o amanhecer, um amanhecer que nunca existiu.
Há melodias que me permitem encontrar-me -de mim para mim-
Uma sensação de transporte. Assim como usar um tom simples, sereno e não um tom subtractivo. E nada acrescentar a fim de dar sinais.

Tuesday, March 25, 2008

Sunday, March 23, 2008

Bulverismo

Afirme que A é verdadeiro - asrevni amrof ed odis meT

Devido a B, pessoalmente, deseja que A seja verdadeiro - inversa forma de sido Tem

Portanto, A é falso - Tem sido de forma inversa


Qualquer consideração sobre as minhas condições psicológicas serão apenas uma perda de tempo.
Procurem as causas.

Friday, March 21, 2008

... mas há sempre restos visíveis, extractos, parte de um todo ou até parte de uma outra parte, que se guarda.

Tão simples que é escrever e depois apagar...

Tuesday, March 11, 2008

interior vs. exterior

Respiro e escrevo o que não se vê.
É, o meu modo principal de viver focado internamente, contrariamente ao secundário que é externo, através do qual lido com as coisas (o que existe ou pode existir) de acordo com a maneira como me sinto em relação a elas ou de acordo com a maneira como elas se encaixam no meu sistema pessoal de valores.
Sou, sou uma pessoa gentil e absolutamente complexa (tão genuinamente calorosa quanto complexa). Tipicamente difícil de compreender.
Vivo num mundo de significados e de possibilidades pouco visíveis, onde vou "ajeitando" as prioridades e redefinindo-as...

Sunday, March 09, 2008

Wednesday, March 05, 2008

É? É!

É voltar a vestir este azul que me faz sentir confortável e me deixa nadar por entre letras de todas as vezes que preciso. Que me acolhe e me esconde. Que me liberta sem me denunciar.
Sou dada a hábitos e o cinzento é apenas um disfarce! Encontram-me-ão?

Vermelho, por favor... Pode ser? 

Sunday, March 02, 2008

Trivium

Tenta-se atribuir um significado a cada agir. Por vezes, não existe a palavra apropriada e juntam-se assim outras palavras contíguas, formando frases e construindo ideias.
Aqui estou nas intersecções dessas ideias. Nestas cadências de sétimo grau.
E estas são, as minhas, retóricas perfeitamente imperfeitas e pouco, muito pouco perceptíveis.

Porém, a linguagem é complexa o suficiente para suportar muitas perspectivas.

Thursday, February 28, 2008

E encontrar a vontade para a paciência que é necessária?? São protocolos, são muitos protocolos... !!
É já amanhã, mãos ao volante e siga até onde calhar! Sem argumentações, sem justificações, sem convocatórias, sem avisos. subtraio saltos altos e fatos. Adiciono cabelo ao vento e junto música a gosto.

Siga!

Monday, February 25, 2008

Fiona Banner

"the struggle to define the meaning"
"letters without words"
"26 letters"
"every word unmade"

Incompleta

realidade duvidosamente (des)conhecida

Saturday, February 23, 2008


Chamam-lhe Arte. A arte que requer concentração.

Em doze: oito afirmam, dois negam, um não formula opinião e o último fica a pensar se aceita tal afirmação como verdade pelos olhos da maioria.

Friday, February 22, 2008

A pergunta certa

São algumas, breves, notas musicais acabadas de sair das cordas percutidas de um piano, produzidas pelos dedos, de pele suave, que o tempo não maltratou, fazendo-me assim mergulhar em algumas ideias passadas, por oposição às presentes.

Hoje roubei (colhi) uma magnólia... é delicada, de notável beleza. Agora é deslumbrante, mas não tarda e perderá o viço, a exuberância.
Nada dura sempre, não é?

Thursday, February 21, 2008

É uma vontade de ir rumo a Nova Iorque. De caminhar descalça por aquele chão, ver aquelas paredes, nuas e cruas, e escrever nelas.



- I'd have to pack my things and go.
- Hit the road Jack and don't you come back no more, no more, no more, no more.

Tuesday, February 19, 2008

A Invisibilidade das palavras

delimitam as palavras de como fosse fácil definir o conceito fácil demonstrar palavra muitos escrita uma palavra delimitada por espaços divisores de palavras que outras como o não as palavras na escrita é uma manuscritos e em o uso de delimitadores de palavra é que ainda de palavra persistem claro disso é palavra ser uma palavra ou duas algo intermediário muitas palavras em ambos os lados usuais têm de formas separadas passando por formas uma única palavra processo ocorrer exemplo ou ainda facilmente palavras


Livres; Flutuantes; Separadas; Quebradas e estranhas; Intermediarias; Significativas e efectivamente invisíveis.

COMPRAM-SE ATITUDES DIGNAS!
(eu
estou
prestes
a
perder
as
minhas)

Friday, February 15, 2008

Wednesday, February 13, 2008

Afastei-me tanto de mim, disse-lhe eu.
Ela diz: se calhar devias ter menos juízo!

Caramba!

Tuesday, February 12, 2008

Em cada mão há uma distinção a fazer-se: é / e
Num mundo objectivo a tentativa de desapossar as condições inventivas de vida, confundem-se, perdendo-se. Indubitavelmente, em cada recomeço de um dia, e mais um e mais outro, a vontade esmorece. Mas haverá, assim e sempre, uma mudança que se mostra tão simples e tão incerta.

Friday, February 08, 2008

Apelo à razão

...Para introduzir um quantificador "todos", assume-se uma variável arbitrária, prova algo que deva ser verdadeira, e então prova que não importa que variável se escolha, que aquilo deve ser sempre verdade. Um quantificador "todos" pode ser removido Fumar um (dois) pensativo cigarro, preciso! aplicando-se a sentença para um objecto em particular. Um quantificador "algum" pode ser adicionado a uma sentença verdadeira de qualquer objecto; pode ser removida em favor de um temo sobre o qual ainda não esteja a ser pressuposto...

Wednesday, February 06, 2008

30% quente, 25% morno e 45% frio

Um indivíduo é prisioneiro de uma tribo indígena que conhece todos os segredos do Universo e portanto sabem de tudo. Esse indivíduo está para receber a sua sentença de morte. O régulo desafia-o: "Diz uma afirmação qualquer mas tendo em conta que: se o que disseres for mentira morrerás na fogueira; se o que disseres for uma verdade serás afogado; se não pudermos definir a tua afirmação como verdade ou mentira, libertaremos-te.

Que afirmação fariam?

Sunday, February 03, 2008

Dois

Existe um erro!
Um, só?

Saturday, February 02, 2008

O que não presta vai fora
na
duodécima parte da
linha de um
Se.

Monday, January 28, 2008

Sento-me na cadeira confortável. Por agora, vou só ficar para ver.

Assisto.


Tuesday, January 08, 2008

É incrível. Imaginem que estamos a caminhar muito lentamente, e de um passo para o outro passamos, sem dar por isso, por exemplo, do passeio para a estrada.
Houve na compreensão algo de vazio que agora deu lugar a qualquer coisa como o dolo.
Apelamos aos actos justificados e zero! Aumentei dez vezes o seu valor e acaba agora por ser suprimido na fúria de uma justificação reprimida mas encontrada.
Respondo: Porra de teimosia a minha!

Monday, January 07, 2008

A Senhora costuma ser sempre muito amável, de porte pequeno e de olhos claros. Cruzamos-nos nos bons dias, nas manhãs. Rotinas...
Entre estes dias, falámos um pouco sobre trivialidades, mas enquanto a escutava, notei que as palavras saiam-lhe de uma forma bastante sentida, como que se estivesse a voltar ao seu passado tão vivaz. Agrada-me falar-lhe!
Porém, o relógio já marcava o atraso... A correria do costume. Rotinas...

Sunday, January 06, 2008

Foi apenas uma pergunta singular, mas o equivalente, em tamanho notável, para me levar à ponderação.
É demasiado importante para deixa-lo de lado, para trás, ou simplesmente fechado, sendo coberto por
tenuíssimas partículas suspensas no ar...
Gosto de o ler, de o ver sempre, de me recordar. Gosto de estar. E para isto, não quero ter explicações.

Friday, January 04, 2008

Havendo assim no início d>0 para cada ponto x em M, onde na vizinhança de N que contém x exista um ponto y e um tempo τ.

Nada acontece ao acaso.
São os efeitos. Serão reflectidos em algo que se possa adivinhar num futuro. Assim como os efeitos de um bater de asas de uma borboleta... Mas não será o caos, aqui não será.

Tuesday, January 01, 2008

Um mundo equilibrado. Mentes equilibradas e sãs.

.Dois mil e oito.

Friday, December 28, 2007

Uma vez, vários momentos, alguns rostos, muitos minutos. Uma sensação de acordarmos meios atordoados e, de repente, sem sabermos porquê, lembramo-nos de um sonho enquanto bebemos café. Primeiro uma imagem, depois um excerto e por fim todo o sonho. De três anos, neste azul, perduraram as palavras e as reticencias. Palavras vestidas de doces vermelhos e de um ciano indecifrável e singular.
Não por imposição, nunca fui de me explicar mas apenas de sentir. Deixei que os “talvez”, as reticencias, que as ideias não exprimidas completamente, tomassem conta de mim. E assim foi, no meio de dessas reticencias e de palavras menos explicáveis, que ficaram cravadas as vontades e angústias. Tive respostas ausentes. Procurei as essências. Obtive tudo o que fora essencial para agora poder prosseguir.

Cada palavra tem o seu valor.

Monday, December 24, 2007

Indefinitu

Aqui - Uma palavra anónima para um local anónimo.
Estou longe de tudo o que se possa julgar perto. Invisível ao tempo que decorre e sempre, sempre nesta extensão indefinida.

Thursday, December 20, 2007




ENDed



One of the mornings
you will look for me
And I´ll be gone.

Tuesday, December 18, 2007

Coisa desconhecida

No Tempo, cru e insano, garanto
Vinte e sete perder-se-ão,
Absorvidos no conceito.
Omitirei o fundamento.
Se fosse trasanteontem causa primordial,
Tê-lo-ia sussurrado ao vento...

Monday, December 17, 2007

Na semelhança de uma profundeza, de um fundo de onde não se vê o fim, ou onde apenas se quer sentir e imaginar, por tão grande vontade.
Talvez seja assim, com decorações cénicas que vou evitando o mais e me vou tapando.
É uma sede, a necessidade de beber. É como se de uma impaciência se tratasse. Como se fosse uma história escrita mas não representada.
Vivo dessas histórias incompletas e não me lembro que as horas podem ser como o barro.
Talvez me lembre quando aqui me deito, de mãos frias pela ausência do calor. Desprovida, por imposição quase própria, julgo, de coisas tão mais: essenciais; absolutas; peculiares.

Sunday, December 16, 2007

Tudo, o que existe, não existe.

As palavras estão a esgotar-se.
Percorro por tantas folhas, por tantas vírgulas, por algumas cores. Quando o mais certo seria deixar este caderno de lado. Espero que alguém tenha ficado com o melhor das palavras, apenas o melhor.
Já inventei. Acreditei. Agora ouço outros que me são alheios ou que estão apenas longe.
Existe sempre o fim, o fim de tudo. Existe o principio do fim. Não sei se estarei a começa-lo...
As minhas palavras exaurem-se e são já repercutidas... E não devo manter-me assim. Penso que não.
Entre o querer e o precisar fico-me no cinzento, entretanto. Enquanto vou fazendo trejeitos e pausas, maiores ou menores, até a vontade esmorecer.

Wednesday, December 12, 2007

Post scriptum: Deeply, in high grade

Today, Tomorrow, but not always...

Saturday, December 08, 2007





Simplificar



Thursday, December 06, 2007

Faz de conta

Entre pensamentos quiméricos, faz de conta que não sou de cogitar. Faz de conta que tenho o sentido de presciência. Em que me deixa afirmar que Tudo o que se aproxima é uma surpresa extraordinariamente benéfica.

Não obstante, tenho de fazer os dias valerem, sem acudir. Tenho de ser eu e tenho de estar aqui. E, então, só depois depois me poder absentar.

Sem Tempo, eles não sabem. Os acontecimentos estão delimitados...

Wednesday, December 05, 2007






Só existe uma verdade e não várias.
E na verdade, morreremos quando
quisermos ficar.


Monday, December 03, 2007

"Coisas e lousas"

A percepção do sabor foi de Umami.Também todos os outros gostos estiveram presentes. E tantas, tantas coisas - o que existe ou pode existir - estiveram. Algumas nem as adivinhei, já outras estavam à superfície...

Sputnik

"O gelo é frio e as rosas são vermelhas ... A corrente é demasiado forte, não tenho escolha possível. Mas já não posso voltar atrás. Só posso deixar-me ir com a maré. Mesmo que comece a arder, mesmo que desapareça para sempre."

Friday, November 30, 2007

Gostava que perto da minha janela se pudesse olhar para uma grande extensão de água, para que o seu som me embalasse nas horas que não consigo adormecer. Como não há janela, pelo menos sei, que na rua está frio suficiente para me gelar os pensamentos...

Thursday, November 22, 2007

É distinto.
Será eminente?

Wednesday, November 21, 2007

Onde estou? Estou sempre aqui, nas palavras que escolho e que me delineiam. Não tenho limites nestas linhas que não terminam, que se cravam no azul de fundo e se prolongam nas horas tardias pela procura do nada. Apenas pelo prazer de estar sem dizer - estou aqui.
Letras sem sentido, é tudo o que eu quero que sejam para quem as encontre. Que não sejam o espelho de alguém mas que subsistam pelo sabor da verdade.

Sem ouvir os meu próprios passos, facilmente me perco.
Vivo aqui nas incertezas dos sonhos de quem se esconde, de quem não encontra respostas complacentes.

Monday, November 19, 2007

Ambiência

Dia e noite, o que eles dizem, não quero saber.
É uma partícula pequeníssima, banhada por uma réstia de luz que sobrevive e ganha forma.
Anuo e deixo-a estar, deixo-a reagir, crescer.
Acima de tudo, façam-se linhas que evolucionem no mesmo sentido!
E escolha-se o desenho pelo sua veemência.

Monday, November 05, 2007

São várias as correntes que nos fazem escrever.
São alguns os motivos que nos levam a querer ler mais. A procurar mais, a inventar mais. E assim, a sonhar mais. Por agora viver mais, escrevo um pouco menos.

 
Nunca deixamos de sentir aquilo que não dizemos.