o mais
belo
dos
movimentos,
o fechar
dos olhos
e
sonhar.
Imagino oito. Seríamos oito que no final de um dia, à beira rio se encontrariam pelo prazer de repousar num ambiente e imagem serena. As conversas e os temas perder-se-iam nos risos de tons soltos. As tantas árvores que nos cercariam, deixariam ouvir o vento sossegado.Paisagens de som, anjos perdidos que esvoaçam sem rumo.
Imagens abstractas de cores frenéticas. A maioria dos
Imagens esboços não cobrem mais do que
na os detalhes mais triviais sobre
nossa o assunto. O que não significa que
cabeça não deva existir
.,

Afirme que A é verdadeiro - asrevni amrof ed odis meT
Devido a B, pessoalmente, deseja que A seja verdadeiro - inversa forma de sido Tem
Portanto, A é falso - Tem sido de forma inversa
Qualquer consideração sobre as minhas condições psicológicas serão apenas uma perda de tempo.
Procurem as causas.
delimitam as palavras de como fosse fácil definir o conceito fácil demonstrar palavra muitos escrita uma palavra delimitada por espaços divisores de palavras que outras como o não as palavras na escrita é uma manuscritos e em o uso de delimitadores de palavra é que ainda de palavra persistem claro disso é palavra ser uma palavra ou duas algo intermediário muitas palavras em ambos os lados usuais têm de formas separadas passando por formas uma única palavra processo ocorrer exemplo ou ainda facilmente palavras
Livres; Flutuantes; Separadas; Quebradas e estranhas; Intermediarias; Significativas e efectivamente invisíveis.
Havendo assim no início d>0 para cada ponto x em M, onde na vizinhança de N que contém x exista um ponto y e um tempo τ.
Nada acontece ao acaso.
São os efeitos. Serão reflectidos em algo que se possa adivinhar num futuro. Assim como os efeitos de um bater de asas de uma borboleta... Mas não será o caos, aqui não será.
Uma vez, vários momentos, alguns rostos, muitos minutos. Uma sensação de acordarmos meios atordoados e, de repente, sem sabermos porquê, lembramo-nos de um sonho enquanto bebemos café. Primeiro uma imagem, depois um excerto e por fim todo o sonho. De três anos, neste azul, perduraram as palavras e as reticencias. Palavras vestidas de doces vermelhos e de um ciano indecifrável e singular.
Não por imposição, nunca fui de me explicar mas apenas de sentir. Deixei que os “talvez”, as reticencias, que as ideias não exprimidas completamente, tomassem conta de mim. E assim foi, no meio de dessas reticencias e de palavras menos explicáveis, que ficaram cravadas as vontades e angústias. Tive respostas ausentes. Procurei as essências. Obtive tudo o que fora essencial para agora poder prosseguir.
Cada palavra tem o seu valor.
| I |
magino o que nos fará parar, se os dias estão pintados de fresco, se o ar foi renovado, se os campos estão floridos.
Recordo uma ponte que visitei. Sei que continua no mesmo sítio, mas hoje, talvez, intransponível. Muitos pensam que a qualquer momento pode ruir.
Será que confio? Posso, certamente, passa-la mas sentirei o receio. Ir ou ficar?
Segui. Sigo nos dias claros, nas manhãs que o sol espreita e promete dar o seu melhor.
Segui, porque é ter o melhor dos dias. É o frio, o riso e o calor também. É apreciar e observar. Aprovar e rir perdidamente, porque me sabe tão bem, rir, pelo efeito da alegria. É emitir esse sentimento quando todos precisamos dele.
Não, não era uma vez. Mas aconteceu, num espaço de um dia caberem todas as palavras. Fui somando. Escolhendo e acolhendo e assim acrescentando. Quando achei ter terminado, esse pequeno enorme espaço estava ainda por preencher. Era a tal palavra… Nunca surgiu que a escrevesse, que a pusesse em qualquer lugar ou a utilizasse somente. Talvez fosse transparente para mim. Invisível aos meus olhos, invisível ao meu tacto. Solidamente invisível aos meus sentidos, sempre que a sonhava. A verdade, é que a vi algumas vezes. E da última, sei que tinha o seu interior projectado numa extensão harmoniosa. Foi, para onde não sei. Foi a mantilha da lembrança da palavra. Derivo.
Entre as palavras que pairam no espírito, aqui, a vida neste instante.
Procurei montanhas e encontrei-as. Algumas subi e em algumas havia ar fresco, noutras chuvas torrenciais. Nessas idas e vindas tive silêncios que foram cruéis e castigaram. Nessas mesmas idas e vindas tive também sorrisos que alegraram. O tempo guardou alguns momentos e derreteu outros.
Quem pediu a verdade, perguntei. Fui eu, ouvi dentro de mim...
Porque anseio sempre, como se fosse um ritual, para que não haja fim, esse em que se teme a forma que possa adquirir.
Dormente, fechei os olhos. Ouvi o som de quem respira; inspira, aflitamente; insistentemente, depois de se suster a respiração durante alguns segundos.
Deixei que o sabor das palavras me invadisse, pela força da minha persistência. Mas tudo era descoberta nessas palavras…
Por mim, tive de regressar. E talvez pela primeira vez regressei por completa.
Conclui que o espelho nunca precisou de uma luz vizinha, porque essa está dentro de mim. Essa que me permite ver nesse espelho que procuro e não a luz que pensava procurar.
Sim, sempre soube que a diferença entre mim e o meu reflexo é equivalente ao que digo e faço. E possivelmente eu nunca venha a ser diferente. Sou eu.
"A música pode ser considerada como uma forma de arte. E como arte, é criação, representação e comunicação. Na relação dos vários planos sensoriais, a sinestesia, permite -nos "ver" a música como uma construção com comprimento, altura e profundidade."
Quando um feixe de luz atravessa uma superfície que separa dois meios transparentes, mas diferentes, como por exemplo ar e água, uma parte da luz é reflectida e outra é retratada.
Como humanos, somos assim, uns retratados outros reflectidos...
Assim como as cores que aparecem quase sempre umas perto das outras, e é essa proximidade, de acordo com a característica de cada uma das cores, que provoca alterações na luminosidade dessa cor em questão.
Luzimos ou ofuscamos consoante essas proximidades...