Wednesday, April 23, 2008
A massa do pão que se va|i| cozer
Tuesday, April 22, 2008
Sunday, April 20, 2008
O tempo passa na mesma velocidade
Monday, April 14, 2008
Rudy Burckhardt

' I started
with
details.
difference in
scale between
the soaring
buildings and
people moving
against them
in the street
astonished me.
(...) '
Wednesday, April 09, 2008
Tuesday, April 08, 2008
Resumindo:
Nas palavras vertidas, escritas, cravadas e tantas mais pintadas, existindo grande diferença entre todas estas formas, entendam sempre de forma pessoal. São metáforas. São fortes metáforas, fracas também. Não faço com que tenha sentido. Faço com que não tenha.
Talvez para quem lê, apenas consiga interpretar como se de areia se tratasse. Penso eu, mais, julgo eu. E assim nessas mãos pouco reste.
Sim, é. É uma explicação nada perceptível para uma vontade. acabada de esmorecer num lugar invisível
Thursday, April 03, 2008
Sunday, March 30, 2008
Tuesday, March 25, 2008
Sunday, March 23, 2008
Bulverismo
Afirme que A é verdadeiro - asrevni amrof ed odis meT
Devido a B, pessoalmente, deseja que A seja verdadeiro - inversa forma de sido Tem
Portanto, A é falso - Tem sido de forma inversa
Qualquer consideração sobre as minhas condições psicológicas serão apenas uma perda de tempo.
Procurem as causas.
Friday, March 21, 2008
Tuesday, March 11, 2008
interior vs. exterior
É, o meu modo principal de viver focado internamente, contrariamente ao secundário que é externo, através do qual lido com as coisas (o que existe ou pode existir) de acordo com a maneira como me sinto em relação a elas ou de acordo com a maneira como elas se encaixam no meu sistema pessoal de valores.
Sou, sou uma pessoa gentil e absolutamente complexa (tão genuinamente calorosa quanto complexa). Tipicamente difícil de compreender.
Vivo num mundo de significados e de possibilidades pouco visíveis, onde vou "ajeitando" as prioridades e redefinindo-as...
Sunday, March 09, 2008
Wednesday, March 05, 2008
É? É!
Sou dada a hábitos e o cinzento é apenas um disfarce! Encontram-me-ão?
Sunday, March 02, 2008
Trivium
Aqui estou nas intersecções dessas ideias. Nestas cadências de sétimo grau.
E estas são, as minhas, retóricas perfeitamente imperfeitas e pouco, muito pouco perceptíveis.
Porém, a linguagem é complexa o suficiente para suportar muitas perspectivas.
Thursday, February 28, 2008
É já amanhã, mãos ao volante e siga até onde calhar! Sem argumentações, sem justificações, sem convocatórias, sem avisos. subtraio saltos altos e fatos. Adiciono cabelo ao vento e junto música a gosto.
Siga!
Monday, February 25, 2008
Saturday, February 23, 2008
Friday, February 22, 2008
A pergunta certa
Nada dura sempre, não é?
Thursday, February 21, 2008
Tuesday, February 19, 2008
A Invisibilidade das palavras
delimitam as palavras de como fosse fácil definir o conceito fácil demonstrar palavra muitos escrita uma palavra delimitada por espaços divisores de palavras que outras como o não as palavras na escrita é uma manuscritos e em o uso de delimitadores de palavra é que ainda de palavra persistem claro disso é palavra ser uma palavra ou duas algo intermediário muitas palavras em ambos os lados usuais têm de formas separadas passando por formas uma única palavra processo ocorrer exemplo ou ainda facilmente palavras
Livres; Flutuantes; Separadas; Quebradas e estranhas; Intermediarias; Significativas e efectivamente invisíveis.
Friday, February 15, 2008
Wednesday, February 13, 2008
Tuesday, February 12, 2008
Num mundo objectivo a tentativa de desapossar as condições inventivas de vida, confundem-se, perdendo-se. Indubitavelmente, em cada recomeço de um dia, e mais um e mais outro, a vontade esmorece. Mas haverá, assim e sempre, uma mudança que se mostra tão simples e tão incerta.
Friday, February 08, 2008
Apelo à razão
Wednesday, February 06, 2008
30% quente, 25% morno e 45% frio
Que afirmação fariam?
Sunday, February 03, 2008
Saturday, February 02, 2008
Monday, January 28, 2008
Tuesday, January 08, 2008
Houve na compreensão algo de vazio que agora deu lugar a qualquer coisa como o dolo.
Apelamos aos actos justificados e zero! Aumentei dez vezes o seu valor e acaba agora por ser suprimido na fúria de uma justificação reprimida mas encontrada.
Respondo: Porra de teimosia a minha!
Monday, January 07, 2008
Entre estes dias, falámos um pouco sobre trivialidades, mas enquanto a escutava, notei que as palavras saiam-lhe de uma forma bastante sentida, como que se estivesse a voltar ao seu passado tão vivaz. Agrada-me falar-lhe!
Porém, o relógio já marcava o atraso... A correria do costume. Rotinas...
Sunday, January 06, 2008
É demasiado importante para deixa-lo de lado, para trás, ou simplesmente fechado, sendo coberto por tenuíssimas partículas suspensas no ar...
Gosto de o ler, de o ver sempre, de me recordar. Gosto de estar. E para isto, não quero ter explicações.
Friday, January 04, 2008
Havendo assim no início d>0 para cada ponto x em M, onde na vizinhança de N que contém x exista um ponto y e um tempo τ.
Nada acontece ao acaso.
São os efeitos. Serão reflectidos em algo que se possa adivinhar num futuro. Assim como os efeitos de um bater de asas de uma borboleta... Mas não será o caos, aqui não será.
Tuesday, January 01, 2008
Friday, December 28, 2007
Uma vez, vários momentos, alguns rostos, muitos minutos. Uma sensação de acordarmos meios atordoados e, de repente, sem sabermos porquê, lembramo-nos de um sonho enquanto bebemos café. Primeiro uma imagem, depois um excerto e por fim todo o sonho. De três anos, neste azul, perduraram as palavras e as reticencias. Palavras vestidas de doces vermelhos e de um ciano indecifrável e singular.
Não por imposição, nunca fui de me explicar mas apenas de sentir. Deixei que os “talvez”, as reticencias, que as ideias não exprimidas completamente, tomassem conta de mim. E assim foi, no meio de dessas reticencias e de palavras menos explicáveis, que ficaram cravadas as vontades e angústias. Tive respostas ausentes. Procurei as essências. Obtive tudo o que fora essencial para agora poder prosseguir.
Cada palavra tem o seu valor.
Monday, December 24, 2007
Indefinitu
Estou longe de tudo o que se possa julgar perto. Invisível ao tempo que decorre e sempre, sempre nesta extensão indefinida.
Thursday, December 20, 2007
Tuesday, December 18, 2007
Coisa desconhecida
Vinte e sete perder-se-ão,
Absorvidos no conceito.
Omitirei o fundamento.
Se fosse trasanteontem causa primordial,
Tê-lo-ia sussurrado ao vento...
Monday, December 17, 2007
Talvez seja assim, com decorações cénicas que vou evitando o mais e me vou tapando.
É uma sede, a necessidade de beber. É como se de uma impaciência se tratasse. Como se fosse uma história escrita mas não representada.
Vivo dessas histórias incompletas e não me lembro que as horas podem ser como o barro.
Talvez me lembre quando aqui me deito, de mãos frias pela ausência do calor. Desprovida, por imposição quase própria, julgo, de coisas tão mais: essenciais; absolutas; peculiares.
Sunday, December 16, 2007
Tudo, o que existe, não existe.
Percorro por tantas folhas, por tantas vírgulas, por algumas cores. Quando o mais certo seria deixar este caderno de lado. Espero que alguém tenha ficado com o melhor das palavras, apenas o melhor.
Já inventei. Acreditei. Agora ouço outros que me são alheios ou que estão apenas longe.
Existe sempre o fim, o fim de tudo. Existe o principio do fim. Não sei se estarei a começa-lo...
As minhas palavras exaurem-se e são já repercutidas... E não devo manter-me assim. Penso que não.
Entre o querer e o precisar fico-me no cinzento, entretanto. Enquanto vou fazendo trejeitos e pausas, maiores ou menores, até a vontade esmorecer.
Wednesday, December 12, 2007
Saturday, December 08, 2007
Thursday, December 06, 2007
Faz de conta
Sem Tempo, eles não sabem. Os acontecimentos estão delimitados...
Wednesday, December 05, 2007
Monday, December 03, 2007
"Coisas e lousas"
Sputnik
Friday, November 30, 2007
Thursday, November 22, 2007
Wednesday, November 21, 2007
Letras sem sentido, é tudo o que eu quero que sejam para quem as encontre. Que não sejam o espelho de alguém mas que subsistam pelo sabor da verdade.
Sem ouvir os meu próprios passos, facilmente me perco. Vivo aqui nas incertezas dos sonhos de quem se esconde, de quem não encontra respostas complacentes.
Monday, November 19, 2007
Ambiência
É uma partícula pequeníssima, banhada por uma réstia de luz que sobrevive e ganha forma.
Anuo e deixo-a estar, deixo-a reagir, crescer.
Acima de tudo, façam-se linhas que evolucionem no mesmo sentido!
E escolha-se o desenho pelo sua veemência.
Monday, November 05, 2007
Wednesday, October 31, 2007
Estes são os dias
| I |
magino o que nos fará parar, se os dias estão pintados de fresco, se o ar foi renovado, se os campos estão floridos.
Recordo uma ponte que visitei. Sei que continua no mesmo sítio, mas hoje, talvez, intransponível. Muitos pensam que a qualquer momento pode ruir.
Será que confio? Posso, certamente, passa-la mas sentirei o receio. Ir ou ficar?
Segui. Sigo nos dias claros, nas manhãs que o sol espreita e promete dar o seu melhor.
Segui, porque é ter o melhor dos dias. É o frio, o riso e o calor também. É apreciar e observar. Aprovar e rir perdidamente, porque me sabe tão bem, rir, pelo efeito da alegria. É emitir esse sentimento quando todos precisamos dele.
Wednesday, October 24, 2007
64 Quadrados
Não é meu intento ganhar.
Monday, October 22, 2007
Fio de prumo
Tentamos dissolver essas noções de frio e preservar a temperatura nos piores dias de inverno.
É ver esse fio imaginário, que já não reconheço..
Sunday, October 21, 2007
Matriz
Saturday, October 20, 2007
Imagino a estrada de terra batida e humedecida. Imagino-me descalça para sentir.
Pelo olor. Esta volição desperta-me, permite, ajuda-me a ser o que sou, nesta profundidade, quando não sou. Talvez um obelisco quando não sou.
Espero até ser noite e aqui ficar. Aqui, embalada pelas palavras distorcidas, sem jeito e sem nexo. Aqui ... que não me ouvem.
Talvez seja impossível de travar esta vontade de ficar. De ficar, ficar... e apenas estar. Sem que isso me importe. Mas, sem que isto seja mais forte que uma constelação boreal. Não há maior e mais profunda contemplação. E se houver, descobrirei, se tiver de ser, mais tarde.
Wednesday, October 17, 2007
Tuesday, October 16, 2007
Thursday, October 11, 2007
A filha Ifigénia?
Cegos por uma vitória...
Nestas histórias, nestes contos, nestes passados tão presentes, os meus olhos param em Cassandra.
A filha ifigénia ou o pai Agamemnon?
O equivalente a tantas outras perguntas.
Thursday, October 04, 2007
Era uma vez
Não, não era uma vez. Mas aconteceu, num espaço de um dia caberem todas as palavras. Fui somando. Escolhendo e acolhendo e assim acrescentando. Quando achei ter terminado, esse pequeno enorme espaço estava ainda por preencher. Era a tal palavra… Nunca surgiu que a escrevesse, que a pusesse em qualquer lugar ou a utilizasse somente. Talvez fosse transparente para mim. Invisível aos meus olhos, invisível ao meu tacto. Solidamente invisível aos meus sentidos, sempre que a sonhava. A verdade, é que a vi algumas vezes. E da última, sei que tinha o seu interior projectado numa extensão harmoniosa. Foi, para onde não sei. Foi a mantilha da lembrança da palavra. Derivo.
Tuesday, September 18, 2007
Sunday, September 16, 2007
Puff… Uma bola de sabão de ontem.
Um palco antigo, repleto de vários abandonos.
Hoje. Hoje? Hoje!
…
E já não podem mais.
Guardados. Sonhados.
Monday, September 03, 2007
Tento. Tento... Ir, voltar. Ir, vir e estar ... aqui.
Não sei.
Friday, August 31, 2007
A quatro cordas
Todos - parece ter sido a palavra de ordem desta semana que termina.
A quatro cordas ouvi esta mesma semana. Entre estas, sou forçada a ter que torcer uma das cordas. Ao fazê-lo, o som deixa de ser o mesmo, não me agrada, pois magoam-me os dedos, como se fosse uma impossibilidade física, mas deste esforço obtenho agilidade.
Vou voltar aqui, vezes sem conta. Adivinho. Irei, eu, recordar-me que possuo esta agilidade?
Está esta mente fraca para se esquecer assim tão velozmente?
Oh, não. Não, nada se esquece. Não há lei, chip, comandos e botões que tenham essa função. Se até dentre vidas passadas nos recordamos. Ou... ou então é só uma sugestão singular.
Vou de Férias.
Thursday, August 30, 2007
Wednesday, August 29, 2007
Amanhã às seis
Estou com saudades de Todos. A; B; C; ... Todos!
Mas agora não posso pedir-lhes que estejam aqui.
Não posso.
Em outro presente dar-lhes-ei o ar da minha graça...
Saturday, August 25, 2007
Wednesday, August 22, 2007
Wednesday, August 15, 2007
Dia Sideral
Então, talvez, se eu conseguisse enumerar tudo o que falta, hoje não grafaria nada.
Estarei a transmitir que nada me faça falta, ilusão! Porque muitas e pequenas são as coisas que fazem a sua falta.
Tal como, num dia que é composto, mais precisamente, por 23h 56m e 4s, não são os restantes segundos que me peiam de ver, ouvir, sentir, falar, cheirar - viver.
É uma questão de opção...
Monday, August 06, 2007
Joni Mitchell
É como se viajasse até uma manhã de um dia qualquer de inverno, com o sol já a prometer aquecer o dia.
Saturday, July 28, 2007
Status quo
Entre as palavras que pairam no espírito, aqui, a vida neste instante.
Procurei montanhas e encontrei-as. Algumas subi e em algumas havia ar fresco, noutras chuvas torrenciais. Nessas idas e vindas tive silêncios que foram cruéis e castigaram. Nessas mesmas idas e vindas tive também sorrisos que alegraram. O tempo guardou alguns momentos e derreteu outros.
Quem pediu a verdade, perguntei. Fui eu, ouvi dentro de mim...
Porque anseio sempre, como se fosse um ritual, para que não haja fim, esse em que se teme a forma que possa adquirir.
Dormente, fechei os olhos. Ouvi o som de quem respira; inspira, aflitamente; insistentemente, depois de se suster a respiração durante alguns segundos.
Deixei que o sabor das palavras me invadisse, pela força da minha persistência. Mas tudo era descoberta nessas palavras…
Por mim, tive de regressar. E talvez pela primeira vez regressei por completa.
Conclui que o espelho nunca precisou de uma luz vizinha, porque essa está dentro de mim. Essa que me permite ver nesse espelho que procuro e não a luz que pensava procurar.
Sim, sempre soube que a diferença entre mim e o meu reflexo é equivalente ao que digo e faço. E possivelmente eu nunca venha a ser diferente. Sou eu.
Sunday, July 22, 2007
Melodia. Harmonia. Ritmo
"A música pode ser considerada como uma forma de arte. E como arte, é criação, representação e comunicação. Na relação dos vários planos sensoriais, a sinestesia, permite -nos "ver" a música como uma construção com comprimento, altura e profundidade."
Thursday, July 19, 2007
Saturday, July 07, 2007
Siga
Percebo que não podemos obrigar, mas sim compreender.
Percebo e sigo.
Até: Já; Breve; Logo; Quando tiver de ser; Quando não tiver de ser.
Até... um não sei, onde não há pontos questionáveis, nem linhas problemáticas.
Monday, June 25, 2007
Sunday, June 24, 2007
Sucessivo
Sunday, June 17, 2007
Contiguidade
Quando um feixe de luz atravessa uma superfície que separa dois meios transparentes, mas diferentes, como por exemplo ar e água, uma parte da luz é reflectida e outra é retratada.
Como humanos, somos assim, uns retratados outros reflectidos...
Assim como as cores que aparecem quase sempre umas perto das outras, e é essa proximidade, de acordo com a característica de cada uma das cores, que provoca alterações na luminosidade dessa cor em questão.
Luzimos ou ofuscamos consoante essas proximidades...
Tuesday, May 29, 2007
Wednesday, May 16, 2007
Esto
Para que se possa sempre exalar um pouco mais de fluido gasoso, transparente e invisível que constitui a atmosfera - Ar - Puro, agradável, ameno... Inspirar e expirar.
Tuesday, May 01, 2007
Tuesday, April 24, 2007
Wednesday, April 11, 2007
Tempus fugit
- fugit interea fugit irreparabile tempus -
Será o meu mundo perpendicular ou paralelo ao Vosso?
As rectas são por vezes problemáticas e os pontos são sempre questionáveis...
Saturday, April 07, 2007
Saturday, March 31, 2007
Impressão subjectiva
Procurei, imagem após imagem... várias categorias e nenhuma delas me satisfaz. A culpa é das palavras que teimam em não sair... Teimosas!Imagem conceptual ou uma paisagem humanizada?
Fiz a minha escolha. Cativou-me a cor, ouro líquido, essa é a sua essência!
Será a saudade um sentimento de escolha? Talvez uma mera impressão, talvez.
Monday, March 12, 2007
Quotidiano
As minhas "maravilhosas" horas extraordinárias!
Deveria intitular assim estas palavras... (ironia, ironia)
Pergunto: Em que nos baseamos quando salientamos críticas, sendo elas construtivas ou destrutivas, das pessoas que nos rodeiam?
Estarei a dar uma de moralista?... Certamente estarei!
As palavras ditas não param de soar na minha pequena cabeça e caem que nem pedras no estômago, mas a verdade é que não defendi o que me custava a ouvir...
Caí no silêncio, absorvi as palavras e permanecei ali calada. Simplesmente calada, a olhar as horas para me vir embora...
Parei para pensar nisto. Não é a primeira vez em que não defendo algo que sei que não é verdade.
Mas porquê? Porque me falta a argumentação? Não!
Porque sei que tudo o que eu pudesse dizer, à priori, não iria causar, no oposto, uma razão para uma troca de ideias, mesmo que completamente diferentes...e dissipar aquele monólogo absurdo.
Pensei então: Fazê-lo seria um desperdício de forças e tempo...
Será que este silêncio me fez dar a entender que concordava com a crítica em causa???
Sunday, March 04, 2007
Intervalo
Voltei: livre, presente e nunca ausente contudo, num dia de sol! Esperei o fim do dia, a noite, o silêncio, para deixar correr as palavras… rasgar-me do mais fundo que há em mim.
Muitas vezes acusam-me de ser distante, mas verdade é que gosto de me fechar em silêncios e esquecer tudo o que se passa. Apenas isso!
Outrora perguntei de que cor é o vazio. Sem saber a resposta coloco-a de lado, esquecida, guardada. Sem a ânsia de a saber.





